O gelo é um alimento: o que verificar num fornecedor de gelo

O gelo vai direto para o copo do cliente — é, legalmente e na prática, um alimento. Mesmo assim, muitos negócios escolhem o fornecedor apenas pelo preço. Estas são as perguntas que vale a pena fazer.

1. Que água é usada?

A qualidade do gelo começa na água. Pergunte se é tratada ou purificada e como é controlada. Água com muitos minerais ou cloro dá gelo turvo e pode transmitir sabores.

2. Como é produzido?

Equipamento profissional (como as máquinas japonesas Hoshizaki que usamos) produz cubos densos e transparentes. Veja se o fornecedor tem fábrica própria ou revende gelo de terceiros.

3. Como é embalado?

O gelo deve chegar em sacos próprios para alimentos, fechados e identificados. Sacos rotos ou reutilizados são um sinal de alerta.

4. Como é transportado?

O gelo que derrete e volta a congelar forma blocos colados e perde qualidade. Pergunte como é feito o transporte e em que estado chega.

5. Tem os formatos de que precisa?

Um bar de cocktails precisa de mais do que cubos: gelo picado, esferas, cubos grandes, barras Collins. Um único fornecedor simplifica a logística. Veja os tipos de gelo.

6. É fiável nos picos?

Sexta à noite, fins de semana de verão, eventos: é aí que o gelo acaba. Pergunte como o fornecedor garante entregas na época alta.

7. Fatura e condições

Para empresas, conta a fatura em nome da empresa, os preços por volume e as condições para clientes habituais.

A Iceology é uma fábrica de gelo em Lisboa que fornece bares, restaurantes e hotéis em Lisboa e no Algarve. Conheça o gelo para bares, o gelo para restaurantes e o gelo para hotéis.

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